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Por que a venda de carros seminovos está em alta no Brasil?

Natália 26 de Abril de 2021

Por que a venda de carros seminovos está em alta no Brasil?


A pandemia transformou diversos hábitos de consumo e o setor automotivo não ficou de fora dessa; Confira quais são, afinal, as vantagens de adquirir um veículo seminovo ou usado

 

 A economia foi totalmente transformada pelos efeitos da pandemia. No Brasil, a mudança é sentida por todos os setores, inclusive pelo automotivo. Dados de órgãos oficiais indicam que 2021 já tem alterações na escolha de compra dos consumidores em relação ao ano passado: enquanto a comercialização de automóveis e comerciais leves novos apresenta uma grande queda, entram em destaque os veículos seminovos e usados, com crescimento de venda - sobretudo no estado do Rio Grande do Sul. Mas será que comprar um carro usado realmente vale a pena?

 

 O impulso na comercialização de carros de passeio e comerciais leves está ligado à condição financeira das famílias. Com a pandemia, carros zero quilômetros ficaram ainda mais caros e, enquanto isso, as reservas de dinheiro dos brasileiros encurtaram. Isso não significa que as pessoas abandonaram o sonho do carro próprio, mas passaram a considerar e adquirir os usados - que não sofreram reajustes expressivos nos últimos meses e tiveram baixa nos juros.

 

 Além do preço, outra vantagem de adquirir um seminovo é a garantia da montadora, que segue igual ao que foi acordado no momento da venda. Então, se você compra um carro com um ano de uso, por exemplo, tem mais dois anos de garantia para poder contar. Além disso, o processo mais acelerado de depreciação do veículo - que ocorre nos anos iniciais de uso - provavelmente já aconteceu quando você estiver com a chave na mão, levando a um preço mais ajustado ao mercado.

 

Já no caso dos usados, aqueles que têm mais de 3 anos de uso, garantindo que pontos importantes estejam em dia - lataria, mecânica, quilometragem, dentre outros -, o negócio pode valer a pena, sim. Na lista das vantagens dos usados entra o investimento menor e as taxas também menores, como é o caso do IPVA.

 

Para ambas as opções vale sempre a pena considerar pontos como as faixas de valores no mercado, o seu capital disponível, o tempo que pretende ficar com esse veículo e o que mais importa - ou não - para você: relação custo e benefício, as comodidades e acessórios, possíveis arranhões e marcas de uso que podem ser toleradas e outras características técnicas.

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Natália

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